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Público e expositores comentam participação na FIAM 2011

Publicado em: 29/10/2011

Última Atualização: 29/10/2011 - 21:00

 

Vera Lima
 
          A Feira está ótima e tem surpreendido a cada ano. Eu sou uma entusiasta desse evento e considero uma grande oportunidade para nós que somos da região poder ver a diversidade dos produtos locais, os estilos, a riqueza de detalhes e as características de cada um. A FIAM é uma tendência e está se expandindo cada vez mais porque oferece oportunidade para todos. A SUFRAMA está de parabéns, todos que participaram do evento estão de parabéns e eu faço votos que a próxima Feira faça tanto sucesso quanto esta. A declaração é da professora Rute Coelho, frequentadora assídua da maior feira de negócios da Amazônia e admiradora confessa do artesanato regional.
          Rute, assim como outros visitantes do Pavilhão Amazônia, teve a oportunidade de conferir in loco a maior diversidade de artesanato regional em um único evento. Empolgada, a professora confessou que visitou o pavilhão nos quatro dias do evento e comprou muito artesanato, principalmente peças indígenas e biojoias.
          Quem também aproveitou a FIAM 2011 para comprar produtos que não são produzidos em Manaus foi a publicitária Ariana Machado, que visitou o estande de Roraima e adquiriu, entre outras coisas, perfumes produzidos com essências amazônicas e óleo da castanha do Brasil. Essa é uma oportunidade única que a SUFRAMA nos oferece a cada dois anos, de reunir aqui nesse espaço privilegiado produtos de todos os Estados da Região Norte, ressaltou.
          O Pavilhão Amazônia está na segunda edição e funcionou em um espaço de 1,2 mil metros, com estandes para os Estados de Roraima, Rondônia, Acre e Amazonas, além do Espaço da Cidadania, da Cultura e uma área exclusiva para gastronomia.
          Apesar de sua localização privilegiada alguns expositores reclamaram do fato de não estarem mais participando do pavilhão principal e sentiram dificuldade com as vendas pelo fato de estarem em uma área mais distante. Estou participando pela terceira vez da Feira e já tive resultados de vendas superiores a este nos eventos anteriores, creio que muita gente que compareceu ao Pavilhão Principal nem pode vir ao Pavilhão Amazônia, o que acabou nos prejudicando, reclamou Maria Luiza Soares, do Lar das Maria, instituição filantrópica que participou do evento vendendo artesanato.
          Assim como Maria Luiza, Irmânio Magalhães, da Artezanos também mostrou insatisfação com o afastamento do Pavilhão Principal, fato que não foi compartilhado pelo também micro-empresário do ramo de biojoias, Edmilson Maciel, que, satisfeito, admitiu ter vendido a cota conforme sua expectativa inicial. É a terceira vez que participo da FIAM e estou muito satisfeito com o evento, afirmou.
          No Espaço da Cultura, Dabysson de Jesus admitiu que as vendas estavam aquém do esperado e atribuiu o fato ao distanciamento do Pavilhão Amazônia, mas considerou também que muita gente vai ao local em busca de produtos como artesanato regional, e livros acabam ficando em segundo plano.
          Para Edmilson Bibiane, da editora da Universidade do Amazonas (UEA), a oportunidade de expor os livros didáticos da instituição numa feira do porte da FIAM foi uma experiência ímpar que rendeu bons frutos. Estamos aqui apenas com o objetivo de apresentar nossos livros e muita gente nos procurou interessada, para nós foi muito bom, garantiu.
          Embora alguns estandes tenham tido uma visitação acima da média, para Sebastião Duarte, da Valores da Terra, o que falta na região é maior divulgação e valorização do artesanato regional, que é mais procurado por turistas que vêm de outros Estados ou países e querem levar lembranças que tenham a cara da Amazônia. Precisamos agregar valor ao artesanato regional para vender melhor o nosso produto, assinalou.
          Na opinião de Maria Raimundo Oliveira, que participou da Feira pela terceira vez, as vendas não atingiram o patamar desejado, mas ela atribuiu o fato à falta de maior divulgação dentro do Pavilhão Principal. Acredito que funcionaria melhor se apresentassem tudo em um único local, sugeriu.
          Para a maioria dos expositores, o Pavilhão Amazônia funcionou como uma imensa vitrine para apresentação dos seus produtos, alguns oriundos de distantes comunidades como o dos representantes da Coopfitos  cooperativa de produtores de óleo de Manaquiri (distante 65 quilômetros de Manaus), Márcio Rodrigues e Antônio Fernando, que trouxeram amostras de óleo de andiroba e de tucumã, o último, um produto novo no mercado, utilizado na cosmética local.       
          Esse também foi o caso de Alcilene dos Santos, da Amazongreen, que teve a oportunidade de fazer contatos com pessoas de outros Estados que ficaram interessados em fechar negócios no futuro. Caso também do artesão Robson Camilo, que faz arte em ouriço e estava mais interessado em apresentar suas peças originais. A Quatipuru Handicraft (quatipuru é um roedor amazônico que gosta de ouriço) levou para a Feira peças diferenciadas e estilosas. Para mim, o mais importante foi a participação, frisou.
          Satisfeito com as vendas e comemorando mais uma participação na FIAM, Gualberto Barreiro, do Ateliê Don Eugênio admitiu que vendeu quase todo o estoque de mercadorias que levou para o evento e agradeceu à SUFRAMA pela oportunidade de participação. Foi muito bom, eu estou muito satisfeito e tive a alegria de vender muitos produtos para outros Estados como França, Itália e Espanha. Esse evento é muito positivo para fazermos bons negócios, revelou.
 
Só alegria

          Na área de gastronomia tudo era motivo para comemorar. Os expositores do espaço mais visitado do Pavilhão Amazônia tiveram quatro dias de bom faturamento com uma oferta de guloseimas de variadas procedências. Do tradicional tacacá da Sabores da Floresta, de Paulo Fortunato, ao suco orgânico da Emporiun, de Juceli Carvalho, passando pela culinária rigorosamente saudável de Bosco Pires, da Saúde e vigor, o visitante pode se deliciar com os bombons amazônicos, bolos com sabores exóticos como os de tucumã ou castanha do Brasil e até uma saborosa e pouco convencional maionese de soja.
          Fomos muito procurados e o público correspondeu às expectativas. Aqui no nosso estande o carro-chefe é o suco de couve, um produto orgânico que faz maravilhar pelo organismo, destacou Juceli Carvalho.
 
Entre um pavilhão e outro

          Dione Ellen, estudante de engenharia, pela primeira vez na FIAM, a caminho do Pavilhão Principal, parou para admirar o Pavilhão Amazônia e ficou encantada com os estandes e a variedade de produtos. Gostei muito, acho que deveríamos ter mais eventos como esse, eu vim atraída por setores da minha área de atuação, mas apreciei tudo o que vi, afirmou.
          A Feira está bombando, é a primeira vez que venho e estou impressionada com a dimensão desse evento, se formos comparar com outros eventos do gênero esse aqui sem dúvida ganha em organização e estilo, garantiu o administrador de empresas Carlos Lima.
          Na avaliação da universitária Cíntia Suelen Ferreira de Oliveira a Feira é uma oportunidade para grandes, pequenos e micro empresários mostrarem suas potencialidades em suas respectivas áreas. As empresas podem apresentar o que elas fazem de melhor e todos saem ganhando com um evento dessa dimensão. A SUFRAMA está de parabéns pela organização e realização da Feira, afirmou.
Suelen Carla Borges, expositora do Pavilhão Amazônia, aproveitou a oportunidade para conhecer melhor o Pavilhão Principal e gostou do que viu, A Feira está muito bonita, todos os estandes estão muito bem organizados e a apresentação está impecável. Como sempre, a SUFRAMA está de parabéns, apontou.
          Para a recepcionista Priscila Santos Silva, a Feira mostrou um visual muito acima do esperado. Vim pela primeira vez e estava esperando uma coisa bem menor, mas fiquei surpresa com tudo e achei muito interessante. É um trabalho digno de parabéns, ressaltou.    

Mudanças para a próxima FIAM

          O sucesso da FIAM como um todo e dos pavilhões em particular trazem no bojo uma preocupação a mais para a equipe SUFRAMA, empenhada em oferecer o melhor a cada dois anos e a cada evento.
          Dessa maneira, o coordenador-geral do Pavilhão Amazônia Geraldo Barroso, já está ocupado em repensar estratégias que possam oferecer o máximo de conforto e oportunidades aos micro e pequenos empresários que ocuparam a maior área de artesanato regional do evento.
          O Pavilhão Amazônia foi criado para dar maior visibilidade ao pequeno empresário e permite que a população venha a conhecer os produtos regionais e ainda que os próprios expositores façam o intercâmbio comercial, mas algumas medidas serão repensadas para a próxima Feira. O espaço está ganhando mais dimensão e hoje já temos uma demanda muito grande de pequenos e micro-empresários, o que exige novas estratégias para acomodar essa participação da maneira mais produtiva possível. É uma grande vitrine e essa visibilidade, ainda que não renda negócios imediatos, permite a apresentação de uma grande variedade de produtos e abre oportunidades futuras, afirmou.    

 

 

 

 

 



 

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