
A aquisição de grandes áreas apropriadas a empreendimentos industrias a preços simbólicos e com um prazo de 12 meses para pagamento é uma das vantagens oferecidas ao investidor interessado em implantar projeto no Pólo Industrial de Manaus. A área dispõe de infra-estrutura de captação e tratamento de água, sistema viário urbanizado, rede de abastecimento de água, rede de telecomunicações, rede de esgoto sanitário e drenagem pluvial.
Cerca de 1,7 mil hectares do Distrito Industrial encontram-se ocupados com indústrias instaladas, mas ainda existem 2,2 mil hectares disponíveis para novos empreendimentos.
A criação do Distrito Agropecuário, em 1976, numa área de 589.33 hectares, ao Norte de Manaus, teve como finalidade fornecer subsídios técnicos demonstrativos para a agricultura de terras firme na Amazônia e ampliar a oferta de produtos agropecuários para o consumo em Manaus e para exportação.
Lá estão em implantação 514 projetos que geram 1.032 diretos e 885 indiretos ,em atividades como: fruticultura, heveicultura, culturas alimentares, cacauicultura, olericultura, guaranaicultura e outros, demandando investimentos da ordem de R$ R$ 130,3 milhões.
Para viabilizar o projeto, o Governo Federal fez investimentos na abertura de estradas, um total de 571 km, sendo: 69 km de estrada federal (BR-174), asfaltada e com energia elétrica); 468 km de estradas vicinais, construídos (108 km de rede elétrica) e 64 km projetados para 2005; e 34 km de estrada estadual (AM-010), asfaltada e com energia elétrica e instalou unidades avançadas de órgãos de pesquisa e extensão rural, como Ceplac, Embrapa, Inpa, Ibama e Universidade do Amazonas, além da Suframa e da Polícia Federal.
Lá a Suframa, em parceria com o Incra, está implantando o primeiro projeto de colonização em grupo, com o assentamento de famílias de produtores rurais.