
A floresta amazônica, por sua biodiversidade, é um dos maiores símbolos ecológicos mundiais, onde os rios reúnem mais de 2.500 espécies de peixes, e abriga mais de 950 espécies de pássaros, 300 de mamíferos e 100 de anfíbios (dentre os conhecidos pela comunidade científica), sem contar com expressivo número de insetos e representantes da flora - que se destacam pela beleza exótica, ou ainda pelo valor medicinal que, somados ao potencial hídrico local, formam o cenário ideal para o desenvolvimento do turismo de natureza ou ecológico.
No Amazonas esse mercado vem crescendo a taxa de 6% (seis por cento) ao ano, em resposta ao fortalecimento de alguns setores, como infra-estrutura e de serviços, que aliados ao pioneirismo do Estado na prática dessa modalidade turística, elevou o Amazonas a ser eleito pelo governo federal como o Estado Referência para o Ecoturismo no Brasil.
O Estado do Amazonas definiu o Pólo de Ecoturismo, que abrange 12 municípios, como potencialmente favoráveis ao desenvolvimento do Ecoturismo, considerando a facilidade de acesso, a partir da infra-estrutura existente em Manaus: Barcelos, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Itacoatiara, Silves, Novo Airão, Iranduba, Manacapuru, Careiro, Careiro da Várzea, Autazes e Manaus.
A infra-estrutura hoje existente é de 16 hotéis de selva, 21 empresas de cruzeiros fluviais, 06 empresas de pesca esportiva e 23 agências especializadas em receptivo.
Os demais Estados da Amazônia Ocidental e a Área de Livre Comércio de Macapá e Santana, no Amapá, também definiram seus Pólos de Turismo Ecológico.