A implantação desse eixo assegurará a ligação do sudoeste da Amazônia Ocidental e noroeste do Mato Grosso com o Sul e Sudeste brasileiro, criando um corredor dessas regiões com o centro do estado do Amazonas, no município de Itacoatiara, onde se localiza um terminal graneleiro.
A Hidrovia do rio Madeira interliga a rodovia BR-364 com o rio Amazonas, consolidando permanentemente a ligação com o pólo produtor de cereais, localizado no Mato Grosso.
Em Porto Velho (Rondônia), a estrutura portuária foi adaptada para carga graneleira e já funciona como um dos terminais de produtos em um dos extremos da rodovia BR-364.
O Terminal de Itacoatiara funciona como um corredor para escoamento de cereais e já pode receber navios de mais de 100 mil toneladas, inaugurando uma nova rota de exportação pelo rio Amazonas, que economizará até 30 dólares por tonelada, quando comparada com a alternativa anterior, o Porto de Paranaguá (Paraná).
Para o Amazonas, ela inicia a era de cereais a preços competitivos com nível internacional, viabilizando ainda um programa de abastecimento de carne bovina e suína, aves e seus derivados em Manaus.
E, ao mesmo tempo, possibilita a implantação de uma esmagadora de soja para a produção de óleo e farelo, além de uma misturadora de adubo para os atuais centros produtores de cereais (Mato Grosso) e futuros (Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima), em solos de cerrado ou terras degradadas e recuperadas com novas tecnologias.
A recuperação da BR-319, que liga Manaus ao Sudeste e Sul do País, principais centros consumidores de produtos da ZFM, vai reforçar ainda mais a infra-estrutura de transportes da região.
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