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» SUFRAMA - Ex-Superintendentes
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Ozias Monteiro Rodrigues foi nomeado em 13 de agosto de 2001 e assumiu no dia 31 seguinte. É amazonense de Codajás, e já exercia desde 1998, a Superintendência Adjunta de Planejamento da Suframa. Seu programa de trabalho deu ênfase a ações importantes para o Pólo Industrial da Zona Franca de Manaus e para a promoção do desenvolvimento da Amazônia Ocidental e dos municípios de Macapá e Santana, no Amapá, como: a criação do Centro de Tecnológico do Pólo Industrial de Manaus – CT-PIM; o estímulo às exportações, o desenvolvimento das potencialidades regionais, a inauguração da sede do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), o implemento de ações para atrair novos investidores para a Região, como a realização da I Feira Internacional da Amazônia – FIAM, em 2002 além de um intenso programa de promoção comercial com a realização de viagens de prospecção de novos mercados a diversos países. Ficou no cargo até 09 de maio de 2003.
"Esta é a etapa mais importante da Zona Franca de Manaus: a fase de se criar competência tecnológica e agregar valores ao PIM, investir em inovação para que ele se consolide; é necessário implantar e consolidar novos pólos de desenvolvimento, sobretudo de ecoturismo e biotecnologia, para transformar a Zona Franca de Manaus em um projeto nacional". Ozias Monteiro Rodrigues. |
Antônio Sérgio Martins Mello |
Antônio Sérgio Martins Mello foi nomeado em 26 de abril de 1999, tendo assumido oficialmente, em 13 de maio do mesmo ano. Deixou o cargo no dia 13 de agosto, transmitindo-o ao sucessor Ozias Monteiro Rodrigues, no dia 31 de agosto, durante a 194 ª Reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS).
Entre as suas principais ações destacam-se: estímulo às exportações; à integração com o Mercosul, Alca e Pacto Andino; à inserção do pólo industrial de Manaus no processo de globalização da economia; ao adensamento da cadeia produtiva visando a implantação de um pólo de componentes capaz de formar uma rede de fornecedores na região; à captação de novos investimentos para a Amazônia Ocidental e as cidades de Macapá e Santana, no Amapá, e à formação de capital intelectual na região.
Durante a sua gestão, foi dada ênfase à interiorização do desenvolvimento, com investimentos em obras de infra-estrutura, por meio de convênios com os governos estaduais e prefeituras na área de atuação da Zona Franca de Manaus, bem como ao aproveitamento racional das potencialidades econômicas regionais, como fruticultura, piscicultura, turismo e bioindústria. O apoio técnico para a formação de um pólo de bioindústria na ZFM será dado pelo Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), cujas obras civis tiveram início em agosto de 1999. |
Mauro Ricardo Machado Costa |
Mauro Ricardo Machado Costa foi nomeado e empossado em 10 de maio de 1996, com a missão de fortalecer a Zona Franca de Manaus e a imagem pública da Suframa. Iniciou o processo de modernização da SUFRAMA à partir da revisão do Planejamento Estratégico, definindo a autarquia como agência promotora de investimentos na Amazônia Ocidental a do o implemento de ações com a finalidade de atrair investidores, como a participação em eventos de negócios no País e no exterior; a assinatura de convênio com o Ministério das Relações Exteriores para viabilizar a participação da Autarquia e das empresas da ZFM nos eventos do Programa Nacional de Promoção Comercial; o estabelecimento de novos critérios para aplicação de recursos da autarquia na Amazônia Ocidental, priorizando os projetos de pesquisa, ensino e extensão, estudos, promoção das exportações e infra-estrutura, com vistas a interiorização do desenvolvimento; a realização de Estudos das Potencialidades Econômicas da Região, através da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para suporte aos projetos econômicos na Amazônia Ocidental; a criação do Centro de Biotecnologia da Amazônia em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da Amazônia Legal e Ministério da Ciência e Tecnologia; a criação do Programa de Exportação da Amazônia Ocidental - Pexpam; a reconstrução, ampliação e modernização da sede da Suframa, consumida por um incêndio em maio de 1994, entre outras. Deixou o cargo em 26 de abril de 1999. |
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Manuel Silva Rodrigues, nomeado em 04 de agosto de 1992. Na sua gestão são fixados os primeiros processos produtivos básicos provisórios e alguns definitivos; foram implantadas as Áreas de Livre Comércio de Guajará-Mirim/RO e Macapá-Santana/AP, com resultados significativos. Em 1994 faz o 1º Planejamento Estratégico para a Suframa, a partir da auscultação dos diversos públicos internos e externos, para redefinir a Missão e os Objetivos da Suframa como Instituição. Inicia-se o processo de modernização e automação das empresas industriais. O faturamento das empresas bate todos os recordes, mas o nível de empregos cai. Deixa o cargo em 10 de maio de 1996. |
Alfredo Pereira do Nascimento |
Alfredo Pereira do Nascimento foi nomeado em 12 de março de 1991 e permanece no cargo até 01 de agosto de 1992. Nesse período, foram criadas as Áreas de Livre Comércio de Guajará-Mirim/RO e Macapá-Santana/AP. No âmbito industrial, os índices de nacionalização deixam de ser exigidos pelo Governo Federal, que os substitui pela prática do processo produtivo básico. Na sua gestão, foi feita a adequação da ZFM à abertura do mercado brasileiro ao produto estrangeiro, pela Lei Nº8.387, de 30 de dezembro de 1991. |
Leopoldo Carpinteiro Peres Sobrinho |
Leopoldo Carpinteiro Peres Sobrinho foi nomeado em 17 de abril de 1990, encontrando a ZFM em fase de indefinições. Permanece no cargo até 12 de março de 1991, em meio a uma crise nacional em conseqüência da implantação da Nova Política Industrial e de Comércio Exterior do Governo Federal, que abriu o mercado nacional ao produto estrangeiro, mais barato e mais moderno. Embora a Suframa envidasse todos os esforços, o período foi difícil para a Zona Franca de Manaus, cujo comércio importador perdeu o atrativo para os turistas domésticos consumidores, que nos primeiros anos fortaleceram os setores comercial e turístico de Manaus. |
Jadyr Carvalhedo Magalhães |
Jadyr Carvalhedo Magalhães foi nomeado em 04 de agosto de 1987. prosseguiu o trabalho de divulgação da ZFM no país e exterior, organizando missões empresariais em busca de novos investidores. Nesse período foi criada a Área de Livre Comércio de Tabatinga/AM e realizados, em Manaus,eventos de grande porte o I Seminário Internacional de Turismo e o I Encontro de Zonas Francas Latino-Americanas e do Caribe, quando foi criada a AZOLCA (Associação das Zonas Francas Latino-Americanas e do Caribe) que reuniu cerca de 55 representantes de áreas de livre comércio e zonas francas localizadas em várias partes do mundo. Deixou o cargo em 17 de abril de 1990. |
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Delile Guerra de Macedo foi nomeado em 05 de junho de 1986. Reestruturou a Autarquia, criou um Plano de Cargos e Salários para os Servidores, reviu normas e procedimentos e desenvolveu um intenso trabalho de divulgação no país e exterior e na atração de novas indústrias para a Zona Franca de Manaus. Projetou excelente imagem pública da Suframa e da Zona Franca de Manaus, promovendo eventos como seminários para discutir os problemas e apontar soluções e feiras em outros Estados, mostrando ao Brasil os produtos fabricados na ZFM. Ficou no cargo até 04 de agosto de 1987. |
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Régis Ribeiro Guimarães assumiu como interventor, em 01 de abril de 1986 e permaneceu na função até 03 de junho de 1986. |
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Roberto Cohen foi nomeado em 04 de abril de 1985 e ficou no cargo até 01 de abril de 1986. |
Joaquim Pessoa Igrejas Lopes |
Joaquim Pessoa Igrejas Lopes foi nomeado em 21 de junho de 1983. Em sua administração deu ênfase ao setor agropecuário, com a criação da Fundação Centro de Apoio ao Distrito Agropecuário - Fucada e uma Fazenda Modelo naquele distrito, onde as experiências bem sucedidas eram repassadas à iniciativa privada. Implantou a Fucapi e transformou a Exposição Permanente no Cecomiz (Centro Comercial da Indústria da Zona Franca de Manaus), hoje aberto ao comércio em geral. As ações do Funcomiz passaram a abranger também o esporte e a cultura regional, com ênfase na edição de livros de autores amazonenses. Nessa época o Conselho aprovou a Resolução Nº 400/84, obrigando as empresas a veicularem em toda a publicidade impressa e de vídeo, a legenda “Produzido na Zona Franca de Manaus”, estabelecendo ainda que o lançamento de novos produtos deveria ser feito, em caráter nacional, em Manaus. Para isso, foi reservado em Salão, no Cecomiz, onde hoje funciona a Receita Federal. Deixou o cargo em 04 de abril de 1985. |
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Ruy Alberto Costa Lins foi nomeado em 15 de março de 1979. Prosseguiu o trabalho técnico iniciado por Campello, iniciou a expansão do Distrito Industrial e aumentou a presença da Suframa nos outros Estados da Amazônia Ocidental - dois deles, à época, ainda territórios federais. Na sua gestão a Suframa construiu o Campus da Universidade do Acre, implantou os distritos industriais de Rio Branco/AC e Boa Vista/RR, construiu o mini-campus da Universidade do Amazonas, criou a Fucapi (Fundação Centro de Análise de Produção Industrial), como laboratório de aplicação, estimulou a criação do Centro das Indústrias e da Associação dos Exportadores da ZFM. Instituiu o Fundo Comunitário das Indústrias da Zona Franca de Manaus - Funcomiz, que recolhia um percentual do lucro das empresas para aplicação em programas de saúde pública, educação e assistência ao menor. Fundou o Consórcio do Distrito Industrial - Condin, para administração e conservação do Distrito e da Exposição Permanente dos Produtos da Zona Franca de Manaus, um show-room de tudo o que era produzido no parque industrial local, onde hoje é o Cecomiz. Na sua gestão foram criados, em 1982, os Prêmios Suframa de Jornalismo, História, Literatura e Artes Plásticas. Deixou o cargo em 21 de junho de 1983. Faleceu em 29/04/2010. |
Aloysio Monteiro Carneiro Campello |
Aloysio Monteiro Carneiro Campello foi nomeado em 10 de dezembro de 1974. Na sua gestão houve incremento do setor industrial, com o primeiro esboço de uma política para o setor. A Suframa firma convênios com o GEICOM (Grupo Executivo Interministerial de Componentes e Materiais), INMETRO (Instituto Nacional de Normalização e Metrologia e Qualidade Industrial) e o CTA (Centro Técnico Aeroespacial da Aeronáutica) para suporte técnico na definição de políticas e no acompanhamento dos projetos industriais em implantação. Começam a formar-se os primeiros pólos industriais, relojoeiro, ótico, eletroeletrônico e de veículos de duas rodas. Nesse período houve também o primeiro contingenciamento das importações para a indústria e o comércio, determinado pelo Governo Federal, e a exigência de índices mínimos de nacionalização para os produtos fabricados na ZFM. Na sua administração, a Suframa recebeu do Estado a doação da área do Distrito Agropecuário e delineou as primeiras diretrizes para os projetos agropecuários. Ficou no cargo até 15 de março de 1979. Faleceu em 1999. |
José Martins de Oliveira Amado |
José Martins de Oliveira Amado foi nomeado em seguida, permanecendo no cargo de 15 de março a 10 de dezembro de 1974. |
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Hugo de Almeida, engenheiro, nomeado em 15 de agosto de 1972, tomou posse em 04 de setembro e exerceu a função até 15 de março de 1974. Inaugurou a sede da Suframa, um projeto do arquiteto Severiano Mário Porto, premiado pela Associação dos Arquitetos do Brasil. |
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 Floriano Pacheco foi o primeiro superintendente da Suframa, nomeado em 19 de abril de 1967 e empossado em 12 de maio seguinte, pelo Ministro do Interior Affonso de Albuquerque Lima, em Manaus. Paulista e coronel da reserva do Exército brasileiro, permaneceu no cargo até 15 de agosto de 1972. Na sua gestão foi aprovado o primeiro projeto industrial, o da Beta S/A e lançada a pedra fundamental do Distrito Industrial, em 30 de setembro de 1968. Quando deixou o cargo, as primeiras indústrias estavam se instalando no Distrito, a Companhia Industrial Amazonense - CIA e a Springer e a sede da Suframa estava em construção. |
Francisco Pereira da Silva |
O primeiro superintendente da Zona Franca de Manaus foi o seu idealizador, Francisco Pereira da Silva, empossado em 19 de abril de 1960, ficando no cargo até 14 de setembro do mesmo ano. Posteriormente, a ZFM foi administrada burocraticamente por diversas pessoas, alguns empresários, outros funcionários, até sua reformulação e criação da Suframa pelo Decreto-lei Nº 288, de 28 de fevereiro de 1967.
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