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» SUFRAMA - Ex-Superintendentes
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Flávia Skrobot Barbosa Grosso
Flávia Skrobot Barbosa Grosso foi nomeada em nove de maio de 2003 e empossada dois dias depois. Amazonense, de Manaus, formou-se em Economia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), e concluiu pós-graduação em Planejamento do Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Foi a primeira servidora mulher na história da instituição a assumir o cargo e a pessoa que permaneceu no comando da SUFRAMA por mais tempo – precisamente oito anos e seis meses.

Durante a sua gestão, o cenário econômico favorável do País e o aumento do nível de confiança de investidores propiciaram forte recuperação do Polo Industrial de Manaus (PIM), o qual se consolidou como um dos parques fabris mais modernos e pujantes da América Latina, saltando de um faturamento de US$ 10 bilhões em 2003 para US$ 35 bilhões em 2010. Outra grande marca atingida pelo PIM, ao longo do período, foi o crescimento da capacidade de geração de empregos diretos, com média de 100 mil postos de trabalho.

Cumprindo o seu papel de apoio ao desenvolvimento regional, a autarquia investiu mais de R$ 300 milhões em ações de interiorização do desenvolvimento com o objetivo de fortalecer as atividades econômicas em toda a área de atuação da SUFRAMA (Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima e os municípios de Macapá e Santana, no Amapá). Esses recursos, oriundos da Taxa de Serviços Administrativos (TSA) arrecadadas junto às empresas incentivadas do Polo Industrial de Manaus, contribuíram para a viabilização de projetos de apoio à produção, infraestrutura econômica, turismo, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e capacitação de recursos humanos, comprovando o espraiamento dos benefícios gerados pelo PIM para toda a região.

Uma série de ações visando ao fortalecimento do sistema local de Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia e Inovação (ECCTI) foram executadas. Por meio de convênios com órgãos governamentais e instituições de ensino e pesquisa, a autarquia investiu recursos em programas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), na implantação de cursos profissionalizantes, e em níveis de graduação, especialização, mestrado e doutorado em áreas estratégicas para o desenvolvimento regional. Houve a implantação do projeto estruturante do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), o qual passou a contar com uma infraestrutura físico-tecnológica, elevando-o à condição de maior complexo laboratorial da Região Norte destinado à inovação em produtos e processos ligados à biodiversidade amazônica, e tornando-o plenamente apto a entrar em atividade. Foram investidos ainda recursos no Centro de Ciência, Tecnologia e Inovação do PIM (CT-PIM), concebido pela SUFRAMA com o objetivo de promover a geração e aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos avançados para atendimento das demandas do Polo Industrial de Manaus.

Outros resultados obtidos de grande importância foram as parcerias institucionais firmadas com universidades, órgãos governamentais e centros de pesquisa do Brasil e do Exterior. Além dos 12 acordos de cooperação tecnológica assinados com instituições da Alemanha, Bélgica, Finlândia, França e Japão nas áreas de Micro e Nanotecnologia, destaque para a implantação, na capital amazonense, de uma unidade do Instituto de Pesquisa Aplicada Fraunhofer, da Alemanha, uma das maiores organizações mundiais na área de pesquisa aplicada em micro, nanoeletrônica e biomicrotecnologia, por meio de termo de cooperação técnica firmado com a autarquia.

Com a finalidade de promover a inserção competitiva do modelo Zona Franca de Manaus no cenário internacional, a SUFRAMA incentivou o crescimento do comércio exterior mediante a ampliação dos mercados de bens, serviços e atividades turísticas ofertados, produzidos ou escoados a partir de sua área de jurisdição, estabelecendo diferentes frentes de atuação: cooperação internacional, negociações comerciais internacionais do Brasil e/ou Mercosul, formulação de políticas Industrial e de Comércio Exterior; e divulgação de mecanismos governamentais voltados às exportações. Objetivando divulgar as potencialidades dos Estados de sua área de abrangência e atrair investimentos para a região, a autarquia realizou ações de promoção comercial dos produtos regionais por meio da participação em eventos nacionais e internacionais e missões comerciais a países investidores em potencial, além da realização de quatro edições da Feira Internacional da Amazônia (FIAM), principal ação implementada pela autarquia no âmbito de promoção comercial, que se consolidou como o maior evento multissetorial de negócios da região.

Sob o comando de Flávia Grosso, a SUFRAMA implantou projeto pioneiro no País que resultou na elaboração do Plano de Gestão de Resíduos Industriais do PIM, que funcionará como indutor de novas oportunidades de negócios, além de solidificar a estratégia da instituição de promover o desenvolvimento econômico da região de maneira ambientalmente sustentável. A iniciativa foi viabilizada por meio de acordo firmado com a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e a Agência Japonesa de Cooperação Internacional (Jica). A ex-superintendente também foi a responsável pela criação do projeto Selo Amazônico, cuja finalidade é fornecer certificação a produtos que utilizem insumos regionais em seu processo de fabricação, de maneira a contribuir para agregação de valor e em decorrência "abrir as portas" para a inserção de produtos com apelo amazônico em novos mercados.

Flávia Grosso priorizou a revisão do Plano Estratégico da autarquia com a finalidade de fortalecer o papel da instituição na condição de agente promotor do desenvolvimento, sendo que, diferente das revisões anteriores, o processo foi marcado por um intenso trabalho de consulta aos Estados da área de abrangência da autarquia, além de atores de referência, como entidades empresariais e acadêmicas, representações políticas, órgãos públicos e agências de desenvolvimento. Outro fato importante de sua passagem pela autarquia foi a realização do concurso público, em 2008, 30 anos depois do último grande processo seletivo para provimento de cargos na autarquia. Por fim, vale ressaltar a aprovação do Plano Especial de Cargos da SUFRAMA, pela Lei nº 11.356, de 19 de outubro de 2006, que resultou em significativa melhoria na remuneração dos servidores do órgão.

Ozias Monteiro Rodrigues
Ozias Monteiro Rodrigues foi nomeado em 13 de agosto de 2001 e assumiu no dia 31 seguinte. É amazonense de Codajás, e já exercia desde 1998, a Superintendência Adjunta de Planejamento da Suframa. Seu programa de trabalho deu ênfase a ações importantes para o Pólo Industrial da Zona Franca de Manaus e para a promoção do desenvolvimento da Amazônia Ocidental e dos municípios de Macapá e Santana, no Amapá, como: a criação do Centro de Tecnológico do Pólo Industrial de Manaus – CT-PIM; o estímulo às exportações, o desenvolvimento das potencialidades regionais, a inauguração da sede do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), o implemento de ações para atrair novos investidores para a Região, como a realização da I Feira Internacional da Amazônia – FIAM, em 2002 além de um intenso programa de promoção comercial com a realização de viagens de prospecção de novos mercados a diversos países. Ficou no cargo até 09 de maio de 2003.

"Esta é a etapa mais importante da Zona Franca de Manaus: a fase de se criar competência tecnológica e agregar valores ao PIM, investir em inovação para que ele se consolide; é necessário implantar e consolidar novos pólos de desenvolvimento, sobretudo de ecoturismo e biotecnologia, para transformar a Zona Franca de Manaus em um projeto nacional". Ozias Monteiro Rodrigues
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Antônio Sérgio Martins Mello
Antônio Sérgio Martins Mello foi nomeado em 26 de abril de 1999, tendo assumido oficialmente, em 13 de maio do mesmo ano. Deixou o cargo no dia 13 de agosto, transmitindo-o ao sucessor Ozias Monteiro Rodrigues, no dia 31 de agosto, durante a 194 ª Reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS).

Entre as suas principais ações destacam-se: estímulo às exportações; à integração com o Mercosul, Alca e Pacto Andino; à inserção do pólo industrial de Manaus no processo de globalização da economia; ao adensamento da cadeia produtiva visando a implantação de um pólo de componentes capaz de formar uma rede de fornecedores na região; à captação de novos investimentos para a Amazônia Ocidental e as cidades de Macapá e Santana, no Amapá, e à formação de capital intelectual na região.

Durante a sua gestão, foi dada ênfase à interiorização do desenvolvimento, com investimentos em obras de infra-estrutura, por meio de convênios com os governos estaduais e prefeituras na área de atuação da Zona Franca de Manaus, bem como ao aproveitamento racional das potencialidades econômicas regionais, como fruticultura, piscicultura, turismo e bioindústria. O apoio técnico para a formação de um pólo de bioindústria na ZFM será dado pelo Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), cujas obras civis tiveram início em agosto de 1999.
Mauro Ricardo Machado Costa
Mauro Ricardo Machado Costa foi nomeado e empossado em 10 de maio de 1996, com a missão de fortalecer a Zona Franca de Manaus e a imagem pública da Suframa. Iniciou o processo de modernização da SUFRAMA à partir da revisão do Planejamento Estratégico, definindo a autarquia como agência promotora de investimentos na Amazônia Ocidental a do o implemento de ações com a finalidade de atrair investidores, como a participação em eventos de negócios no País e no exterior; a assinatura de convênio com o Ministério das Relações Exteriores para viabilizar a participação da Autarquia e das empresas da ZFM nos eventos do Programa Nacional de Promoção Comercial; o estabelecimento de novos critérios para aplicação de recursos da autarquia na Amazônia Ocidental, priorizando os projetos de pesquisa, ensino e extensão, estudos, promoção das exportações e infra-estrutura, com vistas a interiorização do desenvolvimento; a realização de Estudos das Potencialidades Econômicas da Região, através da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para suporte aos projetos econômicos na Amazônia Ocidental; a criação do Centro de Biotecnologia da Amazônia em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da Amazônia Legal e Ministério da Ciência e Tecnologia; a criação do Programa de Exportação da Amazônia Ocidental - Pexpam; a reconstrução, ampliação e modernização da sede da Suframa, consumida por um incêndio em maio de 1994, entre outras. Deixou o cargo em 26 de abril de 1999.
Manuel Silva Rodrigues
Manuel Silva Rodrigues, nomeado em 04 de agosto de 1992. Na sua gestão são fixados os primeiros processos produtivos básicos provisórios e alguns definitivos; foram implantadas as Áreas de Livre Comércio de Guajará-Mirim/RO e Macapá-Santana/AP, com resultados significativos. Em 1994 faz o 1º Planejamento Estratégico para a Suframa, a partir da auscultação dos diversos públicos internos e externos, para redefinir a Missão e os Objetivos da Suframa como Instituição. Inicia-se o processo de modernização e automação das empresas industriais. O faturamento das empresas bate todos os recordes, mas o nível de empregos cai. Deixa o cargo em 10 de maio de 1996.
Alfredo Pereira do Nascimento
Alfredo Pereira do Nascimento foi nomeado em 12 de março de 1991 e permanece no cargo até 01 de agosto de 1992. Nesse período, foram criadas as Áreas de Livre Comércio de Guajará-Mirim/RO e Macapá-Santana/AP. No âmbito industrial, os índices de nacionalização deixam de ser exigidos pelo Governo Federal, que os substitui pela prática do processo produtivo básico. Na sua gestão, foi feita a adequação da ZFM à abertura do mercado brasileiro ao produto estrangeiro, pela Lei Nº8.387, de 30 de dezembro de 1991.
Leopoldo Carpinteiro Peres Sobrinho
Leopoldo Carpinteiro Peres Sobrinho foi nomeado em 17 de abril de 1990, encontrando a ZFM em fase de indefinições. Permanece no cargo até 12 de março de 1991, em meio a uma crise nacional em conseqüência da implantação da Nova Política Industrial e de Comércio Exterior do Governo Federal, que abriu o mercado nacional ao produto estrangeiro, mais barato e mais moderno. Embora a Suframa envidasse todos os esforços, o período foi difícil para a Zona Franca de Manaus, cujo comércio importador perdeu o atrativo para os turistas domésticos consumidores, que nos primeiros anos fortaleceram os setores comercial e turístico de Manaus.
Jadyr Carvalhedo Magalhaes
Jadyr Carvalhedo Magalhães foi nomeado em 04 de agosto de 1987. prosseguiu o trabalho de divulgação da ZFM no país e exterior, organizando missões empresariais em busca de novos investidores. Nesse período foi criada a Área de Livre Comércio de Tabatinga/AM e realizados, em Manaus,eventos de grande porte o I Seminário Internacional de Turismo e o I Encontro de Zonas Francas Latino-Americanas e do Caribe, quando foi criada a AZOLCA (Associação das Zonas Francas Latino-Americanas e do Caribe) que reuniu cerca de 55 representantes de áreas de livre comércio e zonas francas localizadas em várias partes do mundo. Deixou o cargo em 17 de abril de 1990.
Delile Guerra de Macedo
Delile Guerra de Macedo foi nomeado em 05 de junho de 1986. Reestruturou a Autarquia, criou um Plano de Cargos e Salários para os Servidores, reviu normas e procedimentos e desenvolveu um intenso trabalho de divulgação no país e exterior e na atração de novas indústrias para a Zona Franca de Manaus. Projetou excelente imagem pública da Suframa e da Zona Franca de Manaus, promovendo eventos como seminários para discutir os problemas e apontar soluções e feiras em outros Estados, mostrando ao Brasil os produtos fabricados na ZFM. Ficou no cargo até 04 de agosto de 1987.
Régis Ribeiro Guimaraes
Régis Ribeiro Guimarães assumiu como interventor, em 01 de abril de 1986 e permaneceu na função até 03 de junho de 1986.
Roberto Cohen
Roberto Cohen foi nomeado em 04 de abril de 1985 e ficou no cargo até 01 de abril de 1986.
Joaquim Pessoa Igrejas Lopes
Joaquim Pessoa Igrejas Lopes foi nomeado em 21 de junho de 1983. Em sua administração deu ênfase ao setor agropecuário, com a criação da Fundação Centro de Apoio ao Distrito Agropecuário - Fucada e uma Fazenda Modelo naquele distrito, onde as experiências bem sucedidas eram repassadas à iniciativa privada. Implantou a Fucapi e transformou a Exposição Permanente no Cecomiz (Centro Comercial da Indústria da Zona Franca de Manaus), hoje aberto ao comércio em geral. As ações do Funcomiz passaram a abranger também o esporte e a cultura regional, com ênfase na edição de livros de autores amazonenses. Nessa época o Conselho aprovou a Resolução Nº 400/84, obrigando as empresas a veicularem em toda a publicidade impressa e de vídeo, a legenda “Produzido na Zona Franca de Manaus”, estabelecendo ainda que o lançamento de novos produtos deveria ser feito, em caráter nacional, em Manaus. Para isso, foi reservado em Salão, no Cecomiz, onde hoje funciona a Receita Federal. Deixou o cargo em 04 de abril de 1985.
Ruy Alberto Costa Lins
Ruy Alberto Costa Lins foi nomeado em 15 de março de 1979. Prosseguiu o trabalho técnico iniciado por Campello, iniciou a expansão do Distrito Industrial e aumentou a presença da Suframa nos outros Estados da Amazônia Ocidental - dois deles, à época, ainda territórios federais. Na sua gestão a Suframa construiu o Campus da Universidade do Acre, implantou os distritos industriais de Rio Branco/AC e Boa Vista/RR, construiu o mini-campus da Universidade do Amazonas, criou a Fucapi (Fundação Centro de Análise de Produção Industrial), como laboratório de aplicação, estimulou a criação do Centro das Indústrias e da Associação dos Exportadores da ZFM. Instituiu o Fundo Comunitário das Indústrias da Zona Franca de Manaus - Funcomiz, que recolhia um percentual do lucro das empresas para aplicação em programas de saúde pública, educação e assistência ao menor. Fundou o Consórcio do Distrito Industrial - Condin, para administração e conservação do Distrito e da Exposição Permanente dos Produtos da Zona Franca de Manaus, um show-room de tudo o que era produzido no parque industrial local, onde hoje é o Cecomiz. Na sua gestão foram criados, em 1982, os Prêmios Suframa de Jornalismo, História, Literatura e Artes Plásticas. Deixou o cargo em 21 de junho de 1983. Faleceu em 29/04/2010.
Aloysio Monteiro Carneiro Campello
Aloysio Monteiro Carneiro Campello foi nomeado em 10 de dezembro de 1974. Na sua gestão houve incremento do setor industrial, com o primeiro esboço de uma política para o setor. A Suframa firma convênios com o GEICOM (Grupo Executivo Interministerial de Componentes e Materiais), INMETRO (Instituto Nacional de Normalização e Metrologia e Qualidade Industrial) e o CTA (Centro Técnico Aeroespacial da Aeronáutica) para suporte técnico na definição de políticas e no acompanhamento dos projetos industriais em implantação. Começam a formar-se os primeiros pólos industriais, relojoeiro, ótico, eletroeletrônico e de veículos de duas rodas. Nesse período houve também o primeiro contingenciamento das importações para a indústria e o comércio, determinado pelo Governo Federal, e a exigência de índices mínimos de nacionalização para os produtos fabricados na ZFM. Na sua administração, a Suframa recebeu do Estado a doação da área do Distrito Agropecuário e delineou as primeiras diretrizes para os projetos agropecuários. Ficou no cargo até 15 de março de 1979. Faleceu em 1999.
José Martins de Oliveira Amado
José Martins de Oliveira Amado foi nomeado em seguida, permanecendo no cargo de 15 de março a 10 de dezembro de 1974.
Hugo de Almeida
Hugo de Almeida, engenheiro, nomeado em 15 de agosto de 1972, tomou posse em 04 de setembro e exerceu a função até 15 de março de 1974. Inaugurou a sede da Suframa, um projeto do arquiteto Severiano Mário Porto, premiado pela Associação dos Arquitetos do Brasil.
Floriano Pacheco
Floriano Pacheco foi o primeiro superintendente da Suframa, nomeado em 19 de abril de 1967 e empossado em 12 de maio seguinte, pelo Ministro do Interior Affonso de Albuquerque Lima, em Manaus. Paulista e coronel da reserva do Exército brasileiro, permaneceu no cargo até 15 de agosto de 1972. Na sua gestão foi aprovado o primeiro projeto industrial, o da Beta S/A e lançada a pedra fundamental do Distrito Industrial, em 30 de setembro de 1968. Quando deixou o cargo, as primeiras indústrias estavam se instalando no Distrito, a Companhia Industrial Amazonense - CIA e a Springer e a sede da Suframa estava em construção.
Francisco Pereira da Silva

O primeiro superintendente da Zona Franca de Manaus foi o seu idealizador, Francisco Pereira da Silva, empossado em 19 de abril de 1960, ficando no cargo até 14 de setembro do mesmo ano. Posteriormente, a ZFM foi administrada burocraticamente por diversas pessoas, alguns empresários, outros funcionários, até sua reformulação e criação da Suframa pelo Decreto-lei Nº 288, de 28 de fevereiro de 1967.

CGCOM
cgcom@suframa.gov.br
92 3321-7006

Ex-Superintendentes
Av. Ministro Mário Andreazza, 1.424 - Distrito Industrial
CEP. 69075-830 - Manaus - Amazonas
TEL: 55 92 3321-7000
ANEXO I (92) 3321-7000
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